Saúde

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As Instituições de saúde fazem uso intenso de dados, informações e Conhecimento durante os atendimentos a seus pacientes. Este conhecimento que reflete todo o contexto do paciente, seu estilo de vida, suas atividades, dificuldades e mesmo sua evolução frente ao(s) tratamentos(s) nem sempre permeiam toda a equipe que participa do processo, prorrogando o tempo hábil de realização de um tratamento eficaz.

A Gestão do Conhecimento e um olhar colaborativo durante a execução das atividades trazem o melhor da Transdisciplinariedade. Se apoiados pela tecnologia, podem trazer aspectos tão valorizados por modelos estratégicos de Qualidade como o Quadruple Aim.

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Figura: Paralelo entre o Quadruple Aim e alguns elementos que podem ser utilizados como ponto de partida

Além disto, em momentos de crise, há escassez de recursos e investimentos, 9lmuitas das vezes o espaço físico e elementos de infraestrutura das clínicas, assim como os recursos humanos são compartilhados entre os diversos casos e níveis de complexidade e urgência, que possuem os mesmos profissionais da saúde.

A falta de um processo definido com recursos compartilhados pode trazer conflitos de horários, conflitos de interesses, falta de conhecimento sobre o contexto e visão do paciente e leva à redução da qualidade do serviço e ao desperdício.

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Gestão do Conhecimento

Conhecimento Organizacional

Através da Gestão do Conhecimento é possível reter, disseminar, promover o reuso e aplicação do conhecimento sobre o trabalho e construir uma memória Organizacional, que permitirá posterior análise e reuso. Para alcançar este objetivo, nossa proposta envolve a avaliação do contexto da Instituição, identificação de conhecimentos críticos, realização de dinâmicas voltadas à explicitação e disseminação do conhecimento individual, mapeamento de processos, e adoção de software colaborativo e de apoio à Gestão do Conhecimento na Instituição.

O propósito da execução de Projetos de Gestão do Conhecimento nas Organizações é aumentar a eficiência, eficácia, proporcionar recursos para a redução de erros a partir do próprio capital intelectual da Organização.

Fazendo melhor uso dos dados na Instituição, combinando e disseminando corretamente os conhecimentos e valorizando as habilidades dos profissionais, a rotatividade cederá lugar ao engajamento e crescimento profissional e em consequência irá gerar ao paciente uma percepção melhor sobre o cuidado e qualidade do atendimento prestado.

De acordo com o IBSP (Instituto Brasileiro de Segurança do Paciente), em 24 horas de internação, 87,5% dos pacientes fazem pelo menos um exame desnecessário. E o custo global associado aos erros de medicação são estimados em US$ 42 bilhões por ano.

Desperdicio Assenção na Carreira Rotatividade Cuidado

Quanto aos custos relacionados à rotatividade também poderiam ser evitados e em seu lugar, gerar insumo para que a Gestão, junto ao RH possam conduzir seus planos de desenvolvimento e projeção dos profissionais.

Otimizando o uso dos dados na Instituição, combinando e disseminando os conhecimentos e valorizando as habilidades dos profissionais, aumentará o engajamento e será estimulado o crescimento profissional. Isso e reflete na qualidade do atendimento prestado e em consequência irá gerar ao paciente uma percepção melhor sobre o cuidado.

A partir do Conhecimento Organizacional, é possível trabalhar a trilha de conhecimento visando um suporte a novos integrantes da equipe, a aquisição de softwares que estejam aderentes e apoiem a forma de trabalho da organização.

A Memória Organizacional quando corretamente registrada serve como uma excelente base para métricas, análise e futuro aprendizado tanto pelos participantes quanto sua utilização no desenvolvimento de novos recursos e tecnologias.

“O sucesso ou fracasso organizacional muitas vezes pode depender de se saber de qual deles precisamos, com qual deles contamos e o que podemos ou não fazer com cada um deles”.
Davenport e Prusak (2003)

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Trabalho Colaborativo

Trabalho Colaborativo

O trabalho colaborativo vai muito além de um trabalho em grupo, ou do trabalho com atividades e atuação rigidamente definidas em que esporadicamente as áreas se comunicam. A colaboração requer engajamento, sentir-se “parte de”, foco no resultado do grupo e não apenas no resultado e bônus individuais.

Com a crescente necessidade de integração, intercâmbio entre áreas para responder de maneira mais rápida e coesa a contextos a cada dia mais complexos, tem crescido a demanda por abordagens colaborativas. A área de Tecnologia adota de maneira massiva metodologias Ágeis. Áreas mais complexas como Aeronáutica, Corpo de Bombeiros e Plataformas de Petróleo trazem para sua prática diferentes técnicas colaborativas.

O modelo Cynefim por exemplo, traz uma correlação entre o nível de complexidade da organização à necessidade de adoção de abordagens mais tradicionais ou colaborativas.

Em momento de crise, onde há escassez de recursos e investimentos, muitas das vezes o espaço físico e elementos de infraestrutura das organizações, assim como os recursos humanos são compartilhados entre os diversos profissionais de determinado setor ou Organização. A falta de um mindset colaborativo, de uma comunicação fluida além de processo definido com recursos compartilhados pode trazer conflitos de horários, conflitos de interesses, falta de conhecimento sobre o contexto e visão integrada do problema a qualidade do serviço. Em ambientes de alta complexidade, a colaboração pode ser determinante para o sucesso.

Atendimento Médico Bombeiros Centro de controle segurança

Fora do contexto de trabalho é notória a adoção de ferramentas colaborativas, que permitem acesso a inúmeras informações e possibilidades. Redes Sociais, Comunidades de Prática, Wikipedia, Sistemas que apoiam recomendações por locais e serviços e experiências. A colaboração, o compartilhamento e as curtidas nos mostram que o mindset colaborativo já faz parte de nossas vidas. Então por que não trabalhar este mindset para a Organização?

Em Instituições que trabalham constantemente com a complexidade a falta do trabalho colaborativo pode levar à sobrecarga cognitiva devido ao excesso de trabalho concentrado em pessoas chave. E a sobrecarga de trabalho, o excesso de informações e o pouco tempo disponível para o registro ou compartilhamento destas informações, podem levar a falhas, ineficiência ou mesmo a perdas dentro de Instituições de Saúde.

As abordagens colaborativas surgem para agregar, engajar, distribuir e trazer a melhoria nos resultados.

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Inovação

Inovação

Inovar vai muito além de informatizar. É criar algo novo e estar comprometido com a qualidade do serviço prestado, deve trazer como proposito a melhoria na qualidade dos serviços, atualização dos profissionais. É preocupar-se com a competitividade, mas focando na segurança e na avaliação e percepção do paciente.

A inovação se faz necessária no mundo atual, descrito como VUCA (Volatility, Uncertainty, Complexity e Ambiguity), como Bimodal ou ainda como Pós moderno. O contexto mudou mediante o grande acesso às informações desde que a internet passou a chegar a cada pessoa. A população, em constante crescimento, já passa de sete bilhões de pessoas em todo o planeta e sua expectativa de vida também aumenta a cada ano, levando a uma demanda a cada dia maior aos diferentes tipos de serviços, produto e até mesmo à Saúde. Com a tecnologia na palma da mão as pessoas começam a se informar e a buscar serviços que ofereçam mais qualidade e apresentem diferenciais.

Inovação centrado no usuario com base em conhecimento colaboração e tecnologia

Particularmente na Saúde, ferramentas de apoio à Telemedicina já fazem parte da realidade, assim como o uso de Inteligência Artificial no apoio à interpretação de exames. O acompanhamento, categorização e análise da Saúde populacional através de Business Intelligence permitem a realização de ações preventivas.

Mas nada disso fará sentido sem a mudança de mindset, a valorização de uma boa experiência do paciente, a inovação nos processos e na tomada de decisão dentro das Instituições.
Nas diferentes áreas a percepção do cliente passa a ser mandatória para a consolidação de um negócio. Sua avaliação através de estrelinhas possui o potencial de projeção ou de crise de um profissional.

Para Inovar é preciso compreender o contexto da Organização, conhecer as habilidades das pessoas envolvidas, conhecer os gaps do sistema, e estar preparado a enfrentar os momentos de instabilidade e crise. A melhor inovação traz recursos ao que ainda não havia sido solucionado e nada melhor que acessar o conhecimento de quem atua e mantém a organização para obter soluções inovadoras.

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